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Posts da pag. (317)

  • Rede Lusófona de Educação Ambiental Abre Inscrições  para o IX Congresso Internacional de Educação Ambientral

    A Rede Lusófona de Educação Ambiental (Redeluso), em parceria com o Governo de Timor Leste, lançou oficialmente o IX Congresso Internacional de Educação Ambiental dos Países e Comunidades de Língua Portuguesa. O evento vai decorrer de 26 a 30 de Julho de 2027, em Oé- Cusse Ambeno – timor Leste. Para além dos anfitriões o evento vai reunir também participantes do Brasil, Portugal, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique e Galícia que deverão inscrever-se através do sítio oficial https://ealusofono.org . Os participantes deverão aceder ao evento principal e aos paralelos, que incluem sessões de apresentação de artigos científicos, pósteres, relatórios de pesquisa e outras formas de partilha de conhecimento. A Comissão Organizadora encoraja aos profissionais dos países membros da rede, particularmente de educação ambiental, gestão de recursos naturais, conservação, mudanças climáticas e inclusão social, provenientes de várias partes do país. Refira-se que o Congresso está organizado em quatro eixos temáticos: (i) Educação Ambiental para a interculturalidade, a cooperação, a cultura de paz e os direitos humanos; (ii) Educação Ambiental como pilar estratégico da governação, da articulação social e da ecocidadania; (iii) Educação Ambiental no sistema educativo: prioridades emergentes em contextos de policrise; e (iv) Educação Ambiental como instrumento fundamental para o desenvolvimento de políticas de economia verde e azul.

  • Centro Terra Viva aprimora colheita de dados sobre a pesca artesanal

    O Centro Terra Viva realizou na semana finda uma visita técnica aos centros de pesca de Maphanga e Nhonguane (Santa Maria), Agostinho (Mabuluco), Changula e Portinho (KaNyaka), com intuito de aprimorar o processo de recolha de dados que vai culminar com a elaboração do relatório da pesca artesanal e de subsistência que ocorre naquela região. A actividade tem vindo a ser realizada por monitores devidamente treinados, com recurso a formulários, equipamentos e metodologias estrategicamente elaboradas com objectivo central de recolher informação relevante sob supervisão directa da equipe técnica do CTV. Durante a missão houve a actualização de informação sobre os pescadores, colectores de invertebrados, número de embarcações activas e inactivas que vai culminar com a melhoria da qualidade, da consistência e da fiabilidade dos dados recolhidos no terreno, fundamentais para a gestão das pescarias. O CTV possui um papel relevante monitoria do estado de recursos marinhos e costeiros, não só naquela parcela do país, contribuído para o apoio à gestão sustentável dos recursos marinhos particularmente no contexto do Parque Nacional de Maputo, com enfoque na monitoria da pesca artesanal e de subsistência. A área adjacente ao Parque Nacional de Maputo tem vindo a enfrentar uma pressão crescente, sobretudo de pescadores oriundos de locais, associada aos impactos das mudanças climáticas, que afectam outras actividades económicas rotineiras e dos meios de vida das comunidades costeiras, aumentando a dependência e a vulnerabilidade sobre os recursos marinhos e não só.

  • Diversas realizações marcam as comemoracoes do Dia Mundial da Biodiversidade

    Decorrem hoje em vários quadrantes do nosso país diversas actividades com destaque para sessões de reflexão, palestras, exposições fotográficas e de Posters científicos em prol do dia Mundial da Diversidade Biológica, que se assinala a 22 de maio de cada ano. A efeméride foi proclamada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 com intuito de promover a importância da conservação da biodiversidade. Na Cidade de Maputo, as comemorações vão decorrer também na Universidade Pedagógica onde docentes, ambientalistas, estudantes e o outros actores sociais vão reflectir sobre os desafios e oportunidades para a conservação da biodiversidade em Moçambique, no contexto da Estratégia e Plano de Acção para a Conservação da Diversidade Biológica em Moçambique (2015-2035) que descreve o país com abundantes recursos naturais, nos vários ecossistemas. A Avaliação do Estado, Tendências e Ameaças à Biodiversidade em Moçambique BIODEV2030. Maputo, da IUCN (2021) indica diversos factores que afectam a biodiversidade quer de forma directa ou indirecta, com destaque para, o desmatamento, a exploração excessiva de recursos naturais, as mudanças climáticas, a mineração, incluindo a poluição, a degradação dos ecossistemas costeiros, pobreza e o crescimento populacional. Como consequencias, o documento destaca a perda da biodiversidade, degradação de ecossistemas e a redução de beneficios ambientais que a biodiversidade oferece às comunidades moçambicanas. Face as constatações negativas, a IUCN recomenda várias acções para reverter as ameaças à biodiversidade incluino medidas de âmbito legal, técnico, social, económico e institucional, que possam culminar com o fortalecimento das acções do uso dos recursos naturais e no envolvimento activo efectivo das comunidades na gestao da biodiversidade. As actividades realizadas nesta efeméride, criaram espaço para a indetificação do papel de cada interveniente, tanto como instituicional como individual, para a conservação da biodiversidade. E serviram igualmente para reforçar os apelos à responsabilidade colectiva para a protecção dos ecossistemas, num contexto em que os desafios ambientais exigem intervenções ambientais pró-activas. Refira-se que a biodiversidade constitui um dos principais atractivos turisticos de Moçambique, sobretudo em áreas de conservação, pelo que a conservacao dos recursos naturais e contribuir para o rescimento economico do nosso pais.

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