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  • Organizações da sociedade civil lançam um estudo que enriquece a revisão do quadro legal de terra...

    Foi lançado ontem em Maputo, o estudo designado directrizes para um quadro político-legal sobre terras inclusivo e sustentável: políticas redistributivas, pró-pobre e transformativas, por um consórcio de organizações da sociedade civil que operam no sector da terra. Pretende-se com a obra fornecer subsídios, de forma concreta, ao legislador para a elaboração da Lei de Terras, e aumentar o grau de eficácia da implementação da mesma, visando a garantia da inclusão e sustentabilidade da gestão e administração de terras em Moçambique. O Observatório do Meio Rural (OMR), Centro Terra Viva (CTV), Justiça Ambiental (JA), União Nacional de Camponeses (UNAC) e Alternativa têm estado a contribuir de outras formas na revisão e implementação do quadro legal de terras com o enfoque para as comunidades rurais. Durante abertura, Isidro Macarringue, representante da UNAC fez menção das evidências que o estudo traz sobre os maiores constrangimentos e desafios na gestão de terras em Moçambique, incluindo a oferta de propostas de directrizes para uma legislação e política nacional de terras inclusiva e sustentável, garantindo, deste modo, a posse segura de terras. Natacha Bruna, Directora da OMR, durante a apresentação destacou alguns constrangimentos no sector de terras, tendo mencionado os que resultam do desvio e ou a não aplicação da lei, das lacunas ou ambiguidades, sobretudo na definição do conceito de Estado e nos cálculos das taxas da justa indemnização e por último a fragilidade institucional derivada da falta da fiscalização no cumprimento do plano de exploração dos recursos naturais. Bruna considera ainda que existe uma série de problemas no sector de terras que têm levado a expropriação de direitos e deslocamento forçado das populações e verifica se uma tendência de favorecimento dos investidores em detrimento do interesse local no que se refere a concessão de emprego e na gestão de conflitos. Os presentes na sala questionaram, se, por um lado, a solução passa por rever a legislação, quando o problema está no Estado que não faz cumprir a lei. Por outro lado, o estudo teria ou não considerado as queixas submetidas ao tribunal e ao provedor de justiça relacionadas com os conflitos de terras? Igualmente, foi questionado sobre as recomendações que o estudo traz relativas à problemática das consultas públicas e comunitárias. O consórcio, respondendo às questões colocadas, referiu que o estudo propõe que as consultas comunitárias sejam vinculativas e propõe uma amostra de agregado familiar para se aferir se de facto o número total de pessoas consultadas é representativa na comunidade. Salientou ainda, a necessidade da criação de mecanismos a serem levados a cabo no âmbito da preparação social das comunidades a serem consultadas, sobretudo no aspecto referente ao tempo que antecede o decurso de uma consulta pública. Sobre o incumprimento da legislação da terra, o estudo aponta a criação de uma instituição autónoma para a fiscalização, uma vez que, a entidade que emite os documentos de autorização para a ocupação é a mesma que possui o mandato da fiscalização, daí os constantes atropelos a legislação. No final o representante da Comissão da Revisão da Política Nacional de Terras enalteceu o estudo tendo dito que é de grande relevância na medida em que irá contribuir para uma lei de terra sustentável e inclusiva. Outrossim, elogiou o papel das organizações da sociedade civil pelo contributo que têm dado a comissão neste processo.

  • Centro Terra Viva avalia a situação da pesca artesanal no Parque Nacional de Maputo

    O Centro Terra Viva realizou, recentemente, uma sessão de levantamento de dados que possam permitir uma avaliação da situação da pesca artesanal e colectores de invertebrado, artes de pesca, entre outra informação. A acção teve lugar na localidade da Santa Maria e Mabuluku do Distrito de Matutuine na Província de Maputo. Os principais locais para a recolha de informação são os Centros Comunitários de Pesca (CCP’s), agremiação que congrega pescadores artesanais e tem se beneficiado de apoio técnico do CTV para a realização de actividades de monitoria nesta área. Os dados obtidos são de extrema importância para a monitoria da pesca artesanal e de subsistência e constituem um bom apoio na gestão das pescarias, visto que em todos centros persistem desafios da inexistência de listas actualizadas de pescadores, colectores e de embarcações que operaram nas áreas em questão. Uachilo Maphanga, um dos membros do CCP afirmou que “actualmente, os pescadores artesanais da Santa Maria e outros cantos daquele distrito e do país em geral estão agrupados em Conselho Comunitário de Pescas e não possui registos sobre o número de embarcações e os devidos proprietários em cada centro de pesca, porém, o mesmo pode adiantar que no total, existem 51 barcos registrados”. De salientar que a visita aos centros insere-se no projecto de Gestão de recursos naturais, particularmente costeiros e marinhos, financiado pelo BIOPAMA e União Europeia com o objectivo de reforçar os Conselhos Comunitários de Pescas, contribuindo com os instrumentos e incentivos necessários (desenvolvimento de capacidades, partilha de conhecimentos, instrumentos de aplicação, monitoria de recursos e iniciativas de subsistência) para desenvolver e implementar medidas prioritárias adaptativas para prevenir o declínio da pesca artesanal de subsistência na costa noroeste do Parque Nacional de Maputo, especificamente na Ilha da Inhaca e na Península de Machangulo. O relatório da pesca artesanal lançado pelo CTV no ano de 2022 indicava que a monitoria da actividade pesqueira apresenta uma diminuição acentuada e recomendava para a necessidade da realização de um levantamento cuidadoso sobre o número de pescadores e colectores, incluindo as unidades de pesca existentes aos centros de pesca da Península de Machangulo e Ilha da Inhaca.

  • Centro Terra Viva avalia a situação da pesca artesanal no Parque Nacional de Maputo

    O Centro Terra Viva realizou, recentemente, uma sessão de levantamento de dados que possam permitir uma avaliação da situação da pesca artesanal e colectores de invertebrado, artes de pesca, entre outra informação. A acção teve lugar na localidade da Santa Maria e Mabuluku do Distrito de Matutuine na Província de Maputo. Os principais locais para a recolha de informação são os Centros Comunitários de Pesca (CCP’s), agremiação que congrega pescadores artesanais e tem se beneficiado de apoio técnico do CTV para a realização de actividades de monitoria nesta área. Os dados obtidos são de extrema importância para a monitoria da pesca artesanal e de subsistência e constituem um bom apoio na gestão das pescarias, visto que em todos centros persistem desafios da inexistência de listas actualizadas de pescadores, colectores e de embarcações que operaram nas áreas em questão. Uachilo Maphanga, um dos membros do CCP afirmou que "actualmente, os pescadores artesanais da Santa Maria e outros cantos daquele distrito e do país em geral estão agrupados em Conselho Comunitário de Pescas e não possui registos sobre o número de embarcações e os devidos proprietários em cada centro de pesca, porém, o mesmo pode adiantar que no total, existem 51 barcos registrados". De salientar que a visita aos centros insere-se no projecto de Gestão de recursos naturais, particularmente costeiros e marinhos, financiado pelo BIOPAMA e União Europeia com o objectivo de reforçar os Conselhos Comunitários de Pescas, contribuindo com os instrumentos e incentivos necessários (desenvolvimento de capacidades, partilha de conhecimentos, instrumentos de aplicação, monitoria de recursos e iniciativas de subsistência) para desenvolver e implementar medidas prioritárias adaptativas para prevenir o declínio da pesca artesanal de subsistência na costa noroeste do Parque Nacional de Maputo, especificamente na Ilha da Inhaca e na Península de Machangulo. O relatório da pesca artesanal lançado pelo CTV no ano de 2022 indicava que a monitoria da actividade pesqueira apresenta uma diminuição acentuada e recomendava para a necessidade da realização de um levantamento cuidadoso sobre o número de pescadores e colectores, incluindo as unidades de pesca existentes aos centros de pesca da Península de Machangulo e Ilha da Inhaca.

  • Boletim Informativo N° 4. Dezembro 2018

    Boletim Informativo N° 4. Dezembro 2018

  • Boletim Informativo N° 1. Setembro 2018

    Boletim Informativo N° 1. Setembro 2018

  • Boletim Informativo N° 2. Junho 2018

    Boletim Informativo N° 2. Junho 2018

  • Boletim Informativo N°2 - Junho 2017

    Boletim Informativo N°2 - Junho 2017

  • Boletim Informativo N°. Março 2017

    Boletim Informativo N°. Março 2017

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