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Centro Terra Viva participa nas Comemorações do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa em Moçambique


O Centro Terra Viva (CTV) representado pela Directora Executiva, Samanta Renane, participou hoje, 03 de Maio de 2024, na cidade de Maputo, nas cerimónias centrais da celebração do dia mundial da Liberdade de Imprensa em Moçambique organizada pelo Media Institute of Southern Africa (MISA-Moçambique), sob o lema “Uma Imprensa para o Planeta: jornalismo diante da crise ambiental”, que destaca a importância do jornalismo e da infortmação de qualidade para enfrentar a crise ambiental global.


O encontro serviu de espaço de reflexão sobre o papel do jornalismo investigativo e o meio ambiente em Moçambique, olhando especificamnente para a qualidade da cobertura feita em momentos de crise ambiental, as lições aprendidas e  acções de seguimento.


Durante o debate cujo tema era “O jornalismo diante da crise ambiental: desafios, oportunidades e o papel do jornalista em Moçambique”, a representante do CTV reconheceu primeiro, no seu discurso, a importância do jornalismo e dos jornalistas na divulgação e exposição de informação ambiental nas actvidades da organização que ela representa e da sociedade em geral. Para a oradora, as informações dos jornalistas são um instrumenmto fundamental para lidar eficientemente com a crise ambiental.


De seguida, enfatizou e reconehceu também que nos últimos anos houve um aumento encorajador do nivel de divulgação de notícias relacionadas com fenómenos ambientais por parte dos jornalistas, sem contudo, negar a necessidade de aumentar o volume dessas notícias que se queiram credíveis e divulgadas por jornalistas independentes.


E como forma de remendações com vista a uma maior exposição e divulgação de notícias ambientais em Moçambique, Samanta Remane, propôs a capacitação frequente de jornalistas moçambicanos em matérias ligadas ao meio ambiental com vista a doptá-los de conhecimentos necessários para que possam divulgar os seus conteúdos com maior rigor possível. Esta formação inclui igualmente o treinamento dos jornalistas para que conheçam e interpretem de forma coerrente a legislação ambiental em vigor.


A oradora acrescentou ainda,  a necessidade de criação de programas específicos do jornalismo investigativo que devem lidar com questões dos  fenómenos ambientais, bem como a necessidade de se ter uma abordagem local no efrentamento dos fenómenos ambientais, ou seja, onde ocorrem os fenómenos ambientais e as mudancas climaticas,  tanto da divulgação como na mitigação destes acontecimentos através, por exemplo, de rádios comunitários que usam que têm como meios de divulgação de informação as línguas locais.

O evento contou ainda com  a participação de outros oradores, nomeadamente o Representante da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Paul Gomis, o Secretário Geral do Sindicato Nacional dos Jornalistas, Faruco Ibraimo, Ercinio de  Salema e outros.

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